Arquivo de Julho, 2008

Para o meu AMOR

Julho 21, 2008

*Beijos**de**Algodão**Doce*

beijos de algodão * beijinhos quentes * beijos peganhentos * beijos fofos * beijos babados * beijos louros * beijinhos românticos * beijos matinais * beijos lindos * beijos fortes * beijos amorosos * um beijo do tamanho do mundo * beijinhos profundos * beijos celestes * beijos aveludados * beijos muiiiiiiiiiiiiiiiito grandes * dois beijos * beijos doidos * beijos bonitos * beijinhos ternurentos * beijos fortes e abraços meiguinhos * beijos longos * beijos mimados * beijos apertados * beijos crocantes * beijos astrais * beijos de chocolate * beijos cremosos * beijos carinhosos * beijos enfeitiçados * beijos salgados * beijos gelados * beijos de neve * beijos ansiosos * beijos tolos * super beijinhos * beijos enlouquecidos * beijos suculentos * beijos formosos * mil beijinhos de passarinho * mil beijinhos de amor * beijos insaciáveis * beijos selvagens * beijos ternos * beijos embriagados * beijos aromáticos * beijos cheirosos * french kiss * beijos ensonados * beijos de esquimó * beijos orientais * beijos coloridos * beijos contentes * beijinhos estrelares * beijos confiantes * beijos orgulhosos * beijos felizes * beijos melosos *

* Um milhão de beijos de algodão do fundo do coração para o meu amor…

( adorei este post do beijos-de-algodao.blogspot.com/2007_01_01_arc…

Somewhere Over the Rainbow

Julho 21, 2008

esta música acompanha as minhas tão desejadas e merecidas férias.beijinhos para todos

Julho 21, 2008

Julho 21, 2008

Mario Quintana (1906 – 2006)


Canção Para Uma Valsa Lenta

Minha vida não foi um romance…
Nunca tive até hoje um segredo.
Se me amas, não digas, que morro
De surpresa… de encanto… de medo…
Minha vida não foi um romance…
Minha vida passou por passar.
Se não amas, não finjas, que vivo
Esperando um amor para amar.
Minha vida não foi um romance…
Pobre vida… passou sem enredo…
Glória a ti que me enches a vida
De surpresa, de encanto, de medo!
Minha vida não foi um romance…
Ai de mim… Já se ia acabar!
Pobre vida que toda depende
De um sorriso… de um gesto… um olhar…

Namastê e Boa Tarde a todos!

 

Julho 21, 2008

Das Utopias

Se as coisas são inatingíveis… ora!
Não é motivo para não querê-las…
Que tristes os caminhos se não fora
A mágica presença das estrelas!

Mario Quintana (1906-2006)
Centenário de nascimento do poeta

Julho 21, 2008

A fonte do sofrimento reside dentro de cada um de nós. Quando conhecemos nossa propria realidade seremos capazes de identificar a solução para o problema do sofrimento.” William Hart

Julho 21, 2008

Meus Oito Anos
Casimiro de Abreu

Oh ! que saudades que eu tenho
Da aurora da minha vida,
Da minha infância querida
Que os anos não trazem mais !
Que amor, que sonhos, que flores,
Naquelas tardes fagueiras
À sombra das bananeiras,
Debaixo dos laranjais !

Como são belos os dias
Do despontar da existência !
- Respira a alma inocência
Como perfumes a flor;
O mar é – lago sereno,
O céu – um manto azulado,
O mundo – um sonho dourado,
A vida – um hino d’amor !

Que auroras, que sol, que vida,
Que noites de melodia
Naquela doce alegria,
Naquele ingênuo folgar !
O céu bordado d’estrelas,
A terra de aromas cheia,
As ondas beijando a areia
E a lua beijando o mar !

Oh ! dias de minha infância !
Oh ! meu céu de primavera !
Que doce a vida não era
Nessa risonha manhã !
Em vez de mágoas de agora,
Eu tinha nessas delícias
De minha mãe as carícias
E beijos de minha irmã !

Livre filho das montanhas,
Eu ia bem satisfeito,
De camisa aberta ao peito,
- Pés descalços, braços nus -
Correndo pelas campinas
À roda das cachoeiras,
Atrás das asas ligeiras
Das borboletas azuis !

Naqueles tempos ditosos
Ia colher as pitangas,
Trepava a tirar as mangas,
Brincava à beira do mar;
Rezava às Ave-Marias,
Achava o céu sempre lindo,
Adormecia sorrindo,
E despertava a cantar !

Oh ! que saudades que eu tenho
Da aurora da minha vida
Da minha infância querida
Que os anos não trazem mais !
- Que amor, que sonhos, que flores,
Naquelas tardes fagueiras
À sombra das bananeiras,
Debaixo dos laranjais !

Namastê

Julho 21, 2008

Fico Assim Sem Você

Adriana Calcanhotto

Composição: Abdullah / Cacá Moraes

Avião sem asa
Fogueira sem brasa
Sou eu, assim, sem você

Futebol sem bola
Piu-piu sem Frajola
Sou eu, assim, sem você…

Porque é que tem que ser assim?
Se o meu desejo não tem fim

Eu te quero a todo instante
Nem mil alto-falantes
Vão poder falar por mim…

Amor sem beijinho
Buchecha sem Claudinho
Sou eu, assim, sem você

Circo sem palhaço
Namoro sem amasso
Sou eu, assim, sem você…

Tô louca pra te ver chegar
Tô louca pra te ter nas mãos

Deitar no teu abraço
Retomar o pedaço
Que falta no meu coração…

Eu não existo longe de você
E a solidão, é o meu pior castigo
Eu conto as horas pra poder te ver
Mas o relógio tá de mal comigo…

Por quê? Por quê?

Neném sem chupeta
Romeu sem Julieta
Sou eu, assim, sem você

Carro sem estrada
Queijo sem goiabada
Sou eu, assim, sem você…

Porque é que tem que ser assim?
Se o meu desejo não tem fim

Eu te quero a todo instante
Nem mil alto-falantes
Vão poder falar por mim…

Eu não existo longe de você
E a solidão, é o meu pior castigo
Eu conto as horas pra poder te ver
Mas o relógio tá de mal comigo…

Julho 21, 2008

E, para refletir:
“A vida e a morte, a preservação e a perda, o malogro e o êxito, a pobreza e a riqueza, a dignidade e a indignidade, a calúnia e a fama, a fome e a sede, o frio e o calor — são estas as vicitudes do mundo, as elaborações do destino. Dia e noite mudam de lugar diante de nós, e a sabedoria não pode descobrir a fonte. Não deviam, por conseguinte, ser suficientes para destruir a sua harmonia; não deveria ser-lhes permitida a entrada no armazém do espírito.” (Confúcio)

Para o meu amor

Julho 21, 2008

“Para meu coração
Teu peito basta
Para que tu voes
Minhas asas.”